domingo, 27 de maio de 2018


Resultado de imagem para homem da caverna turma da monica

Ao longo da história, o ser humano ocupou diversas regiões da superfície do planeta, inclusive áreas em elevadas altitudes ou em meio as densas florestas.
Durante o processo de ocupação, foi necessário o desenvolvimento de conhecimento, instrumentos e habilidades que permitisse sua sobrevivência em diferentes ambientes terrestres.
Esses conhecimentos e habilidades que possibilitam ao ser humano produzir os instrumentos e os meios necessários para sua sobrevivência são chamados técnicas.


Taylorismo, Fordismo e Toyotismo || Entenda as diferenças

As técnicas e o processo de trabalho.
Com a introdução das máquinas no sistema produtivo do
capitalismo industrial, seguiu-se o desenvolvimento de várias propostas de
organização do processo de trabalho no interior das fábricas, a fim de torná-lo
mais eficiente e com menores custos. Essas propostas organizavam os procedimentos
técnicos por meio das atividades desenvolvidas pelos operários.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Você sabe o que é uma Eclusa?

Para responder primeiro vamos falar um pouco sobre os rios.
Rios são cursos de água que correm naturalmente de áreas mais altas para mais baixas e deságuam em outros rios, lagos ou mares.
Os rios apresentam características relacionadas ao clima e relevo dos locais onde passam. Os rios que passam em áreas de planaltos apresentam grande potencial para geração de energia hidroelétrica. É o caso de inúmeros rios brasileiros já que a predominância de nosso relevo é planáltica.
Além da geração de energia elétrica, os rios também são utilizados como "estradas aquáticas", as hidrovias em rios de planícies.
Mas, e as eclusas? Bem, alguns rios não são totalmente navegáveis, alguns trechos podem apresentar desníveis que impedem a travessia por embarcações, nesses casos são necessárias as construções de eclusas que permitem ultrapassar esses desníveis.
As eclusas funcionam como elevadores de barcos, elevando ou diminuindo o nível das águas de rios ou mares, permitindo que a embarcação passe pelas áreas de desníveis.
 Fonte: FTD sistema de ensino: Geografia 









Lixo no Japão

O lixo nosso de cada dia, o que fazer?

O lixo é um dos grandes problemas do mundo contemporâneo,
sua produção em escala sem precedentes está diretamente ligada à urbanização,
ao aumento populacional e aos crescentes níveis de consumo da atual sociedade.
Os rejeitos ou resíduos sólidos, que chamamos de lixo, representam uma ameaça
para a sociedade e meio ambiente.  

A pratica de depositar em lixões, causam poluição do solo e, em seu processo de
decomposição de matéria orgânica, liberam o líquido escuro conhecido como chorume,
altamente poluente, esse líquido em contato com a água das chuvas penetra no
solo contaminando os lençóis freáticos e aquíferos subterrâneos. Outro grande
problema gerado nos lixões a céu aberto é a proliferação de doenças causas por
diferentes agentes gerados nos lixões como moscas, ratos e baratas, além do mau
cheiro e degradação das paisagens.


Fonte: FTD sistema de ensino – Geografia (ensino fundamental)



Alguns países já apontam soluções - assista o vídeo abaixo.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

El Niño, La Niña





O El Niño é um fenômeno que consiste em modificações na dinâmica dos ventos e no sistema  de deslocamento das águas do oceano Pacifico, que repercutem em alterações climáticas  em escala local e mesmo em escala global.

Fonte: FTD sistema de ensino - Geografia 6ºano - módulo 1. -1. ed. - São Paulo: FTD, 2015

quinta-feira, 18 de agosto de 2016


REGIÃO NORDESTE

A Região Nordeste é formada por nove estados, ocupando 18,25% do território nacional.
Apresentando uma diversidade de características naturais, sobretudo  de climas, a região Nordeste  é  marcada por temperaturas elevadas, alternância de estações secas e chuvosas, apresentando regimes de chuvas diferentes. Essas são características do clima tropical tipico que, apresenta estação seca no inverno, entre os meses de maio a setembro. 
O clima tropical apresenta duas variações na região Nordeste: Clima tropical litorâneo e clima tropical semiárido.  Nesse contexto o clima semiárido é o que se destaca.
A diversidade natural de clima e vegetação,  reflete-se na paisagem dessa região, nos permitindo estudar a região Nordeste dividida em quatro sub-regiões distintas: Zona da Mata, o Agreste, o Sertão e o Meio-Norte.    
A Zona da Mata apresenta clima úmido e  a presença da floresta tropical denominada Mata Atlântica.  O Agreste é uma transição entre a Zona da Mata e o Sertão. O Sertão apresenta clima semiárido e vegetação de Caatinga. O Meio-Norte é uma transição entre o Sertão e a Floresta Amazônica, onde se desenvolve a vegetação do Cerrado, Mata de Cocais e da Floresta Amazônica. 


UNIDADE DA FEDERAÇÃO
SIGLA
Maranhão
MA
Piauí
PI
Ceará
CE
Rio Grande do Norte
RN
Paraíba
PB
Pernambuco
PE
Alagoas
AL
Sergipe
SE
Bahia
BA
Em algumas áreas da faixa litorânea, as chuvas atingem aproximadamente 2 400 milímetros anuais; já em direção ao interior, as precipitações reduzem - se e, no semiárido, as chuvas é escassa e irregular: chove pouco e de forma concentrada em curtos períodos ao longo do  ano, muitas vezes não chegam  a 750 milímetros anuais. 
   
O relevo regional também é um fator que interfere na distribuição das chuvas no Nordeste. Na região litorânea, o planalto da Borborema e a chapada Diamantina, áreas de elevada altitude, funcionam como barreira aos ventos úmidos vindos do oceano Atlântico. O ar quente e úmido das massas oceânicas, ao encontrar esses paredões naturais, é forçada a subir cada vez mais, resfriando-se à medida que se eleva. Assim o vapor de água presente no ar condensa-se e precipita-sena forma de chuvas orográficas. As chuvas orográficas caem em sua grande maioria em áreas da Zona da Mata e do Agreste.    
A relação entre o movimento das massas de ar e o vento em direção ao relevo regional elevado, são os fatores que causam a ausência de chuvas no interior do Nordeste, promovendo longos períodos de seca.   




                           









Após as chuvas, os ventos tornam-se mais secos e, avançam para o interior do Nordeste, com baixa umidade.