terça-feira, 2 de outubro de 2018
domingo, 27 de maio de 2018

Ao longo da história, o ser humano ocupou diversas regiões da superfície do planeta, inclusive áreas em elevadas altitudes ou em meio as densas florestas.
Durante o processo de ocupação, foi necessário o desenvolvimento de conhecimento, instrumentos e habilidades que permitisse sua sobrevivência em diferentes ambientes terrestres.
Esses conhecimentos e habilidades que possibilitam ao ser humano produzir os instrumentos e os meios necessários para sua sobrevivência são chamados técnicas.
Taylorismo, Fordismo e Toyotismo || Entenda as diferenças
As técnicas e o processo de trabalho.
Com a introdução das máquinas no sistema produtivo do
capitalismo industrial, seguiu-se o desenvolvimento de várias propostas de
organização do processo de trabalho no interior das fábricas, a fim de torná-lo
mais eficiente e com menores custos. Essas propostas organizavam os procedimentos
técnicos por meio das atividades desenvolvidas pelos operários.
capitalismo industrial, seguiu-se o desenvolvimento de várias propostas de
organização do processo de trabalho no interior das fábricas, a fim de torná-lo
mais eficiente e com menores custos. Essas propostas organizavam os procedimentos
técnicos por meio das atividades desenvolvidas pelos operários.
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Você sabe o que é uma Eclusa?
Para responder primeiro vamos falar um pouco sobre os rios.
Rios são cursos de água que correm naturalmente de áreas
mais altas para mais baixas e deságuam em outros rios, lagos ou mares.
Os rios apresentam características relacionadas ao clima e relevo
dos locais onde passam. Os rios que passam em áreas de planaltos apresentam
grande potencial para geração de energia hidroelétrica. É o caso de inúmeros
rios brasileiros já que a predominância de nosso relevo é planáltica.
Além da geração de energia elétrica, os rios também são
utilizados como "estradas aquáticas", as hidrovias em rios de
planícies.
Mas, e as eclusas? Bem, alguns rios não são totalmente
navegáveis, alguns trechos podem apresentar desníveis que impedem a travessia
por embarcações, nesses casos são necessárias as construções de eclusas que
permitem ultrapassar esses desníveis.
As eclusas funcionam como elevadores de barcos, elevando ou
diminuindo o nível das águas de rios ou mares, permitindo que a embarcação
passe pelas áreas de desníveis.
Fonte: FTD sistema de
ensino: Geografia
Lixo no Japão
O lixo nosso de cada dia, o que fazer?
O lixo é um dos grandes problemas do mundo contemporâneo,
sua produção em escala sem precedentes está diretamente ligada à urbanização,
ao aumento populacional e aos crescentes níveis de consumo da atual sociedade.
Os rejeitos ou resíduos sólidos, que chamamos de lixo, representam uma ameaça
para a sociedade e meio ambiente.
A pratica de depositar em lixões, causam poluição do solo e, em seu processo de
decomposição de matéria orgânica, liberam o líquido escuro conhecido como chorume,
altamente poluente, esse líquido em contato com a água das chuvas penetra no
solo contaminando os lençóis freáticos e aquíferos subterrâneos. Outro grande
problema gerado nos lixões a céu aberto é a proliferação de doenças causas por
diferentes agentes gerados nos lixões como moscas, ratos e baratas, além do mau
cheiro e degradação das paisagens.
sua produção em escala sem precedentes está diretamente ligada à urbanização,
ao aumento populacional e aos crescentes níveis de consumo da atual sociedade.
Os rejeitos ou resíduos sólidos, que chamamos de lixo, representam uma ameaça
para a sociedade e meio ambiente.
A pratica de depositar em lixões, causam poluição do solo e, em seu processo de
decomposição de matéria orgânica, liberam o líquido escuro conhecido como chorume,
altamente poluente, esse líquido em contato com a água das chuvas penetra no
solo contaminando os lençóis freáticos e aquíferos subterrâneos. Outro grande
problema gerado nos lixões a céu aberto é a proliferação de doenças causas por
diferentes agentes gerados nos lixões como moscas, ratos e baratas, além do mau
cheiro e degradação das paisagens.
Fonte: FTD sistema de ensino – Geografia (ensino fundamental)
Alguns países já apontam soluções - assista o vídeo abaixo.
terça-feira, 23 de agosto de 2016
El Niño, La Niña
O El Niño é um fenômeno que consiste em modificações na dinâmica dos ventos e no sistema de deslocamento das águas do oceano Pacifico, que repercutem em alterações climáticas em escala local e mesmo em escala global.
Fonte: FTD sistema de ensino - Geografia 6ºano - módulo 1. -1. ed. - São Paulo: FTD, 2015
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
REGIÃO NORDESTE
A Região Nordeste é formada por nove estados, ocupando 18,25% do território nacional.
Apresentando uma diversidade de características naturais, sobretudo de climas, a região Nordeste é marcada por temperaturas elevadas, alternância de estações secas e chuvosas, apresentando regimes de chuvas diferentes. Essas são características do clima tropical tipico que, apresenta estação seca no inverno, entre os meses de maio a setembro.
O clima tropical apresenta duas variações na região Nordeste: Clima tropical litorâneo e clima tropical semiárido. Nesse contexto o clima semiárido é o que se destaca.
A diversidade natural de clima e vegetação, reflete-se na paisagem dessa região, nos permitindo estudar a região Nordeste dividida em quatro sub-regiões distintas: Zona da Mata, o Agreste, o Sertão e o Meio-Norte.
A Zona da Mata apresenta clima úmido e a presença da floresta tropical denominada Mata Atlântica. O Agreste é uma transição entre a Zona da Mata e o Sertão. O Sertão apresenta clima semiárido e vegetação de Caatinga. O Meio-Norte é uma transição entre o Sertão e a Floresta Amazônica, onde se desenvolve a vegetação do Cerrado, Mata de Cocais e da Floresta Amazônica.
UNIDADE DA FEDERAÇÃO
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SIGLA
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Maranhão
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MA
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Piauí
|
PI
|
Ceará
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CE
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Rio
Grande do Norte
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RN
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Paraíba
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PB
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Pernambuco
|
PE
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Alagoas
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AL
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Sergipe
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SE
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Bahia
|
BA
|
Em algumas áreas da faixa litorânea, as chuvas atingem aproximadamente 2 400 milímetros anuais; já em direção ao interior, as precipitações reduzem - se e, no semiárido, as chuvas é escassa e irregular: chove pouco e de forma concentrada em curtos períodos ao longo do ano, muitas vezes não chegam a 750 milímetros anuais.
O relevo regional também é um fator que interfere na distribuição das chuvas no Nordeste. Na região litorânea, o planalto da Borborema e a chapada Diamantina, áreas de elevada altitude, funcionam como barreira aos ventos úmidos vindos do oceano Atlântico. O ar quente e úmido das massas oceânicas, ao encontrar esses paredões naturais, é forçada a subir cada vez mais, resfriando-se à medida que se eleva. Assim o vapor de água presente no ar condensa-se e precipita-sena forma de chuvas orográficas. As chuvas orográficas caem em sua grande maioria em áreas da Zona da Mata e do Agreste.
A relação entre o movimento das massas de ar e o vento em direção ao relevo regional elevado, são os fatores que causam a ausência de chuvas no interior do Nordeste, promovendo longos períodos de seca.
Após as chuvas, os ventos tornam-se mais secos e, avançam para o interior do Nordeste, com baixa umidade.
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